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Posts Tagged ‘conto zen’

Conto Zen: Quem é você?

O Mestre Ma-ku certa vez chamou seu discípulo:

“Liang-sui!”

O outro monge respondeu:

“Sim?”

Ao ouvir essa resposta, o mestre novamente chamou: (mais…)

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Um monge perguntou a Seijo: “Soube que um Buda que viveu antes da história recordada sentou-se em meditação por dez ciclos de existência e não foi capaz de alcançar a verdade mais alta, e, portanto não foi capaz de tornar-se completamente emancipado. Por que isso aconteceu?” (mais…)

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Certa vez, o mestre Zen Fa-yun disse aos seus discípulos:

“Suponham que estejam em uma situação na qual, se avançarem, perderão o Tao [o sentido da Vida], se recuarem, perderão o Mundo [a vivência Cotidiana], e se não se moverem, terão demonstrado uma ignorância tão grande quanto a de uma pedra. O que fariam?” (mais…)

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Certa vez Tan-hsia, monge da dinastia Tang, fez uma parada em Yerinji, na Capital, cansado e com muito frio. Como era impossível conseguir abrigo e fogo, e como era evidente que não sobreviveria à noite, retirou em um antigo templo uma das imagens de madeira entronizadas de Buda, rachou-a e preparou com ela uma fogueira, assim aquecendo-se. O monge guardião de um templo mais novo próximo, ao chegar ao local de manhã e ver o que tinha acontecido, ficou estarrecido e exclamou: (mais…)

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Quando jovem, Baso praticava incessantemente a Meditação. Certa ocasião, seu Mestre Nangaku aproximou-se dele e perguntou-lhe:

– Por que praticas tanta Meditação?

– Para me tornar um Buda. (mais…)

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Assim eu ouvi:

O Buda, um dia, passeava no Céu Trayastrimsa, às margens do lago da Flor de Lótus. Nas profundezas do lago, lobrigava o Naraka (um tipo de região de demérito Kármico, na tradição do Budismo Mahayana). Nessa ocasião, viu ali um homem chamado Kantaka que, morto dias antes, se debatia e padecia nas profundezas. Transbordando de compaixão, o Buda Shakyamuni queria socorrer todos os que, embora se achassem mergulhados no Naraka, tivessem praticado uma boa ação na vida. (mais…)

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Conta-se que, na Pérsia antiga, vivia um rei chamado Zemir. Coroado muito jovem, julgou-se na obrigação de instruir-se: reuniu em torno de si numerosos eruditos provenientes de todos os Países e pediu-lhes que editassem para ele a história da humanidade. Todos os eruditos se concentraram, portanto, nesse estudo.

Vinte anos se escoaram no preparo da edição. Finalmente, dirigiram-se a palácio, carregados de quinhentos volumes acomodados no dorso de doze camelos. O rei Zemir havia, então, passado dos quarenta anos. (mais…)

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Baso e seus três discípulos, Hyakujo, Nansen e Chizu (o nome deste último significa “Armazém de Sabedoria”), contemplavam, juntos, a bela lua de Outono.

Hyakujo disse:

Esta é uma noite ideal para se realizar uma cerimônia budista!(mais…)

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Os estudantes em um mosteiro ficavam espantadíssimos com o monge mais velho, não porque ele fosse rígido, mas porque nada parecia irritá-lo ou perturbá-lo. Na verdade, eles o consideravam alguém sobrenatural e até mesmo um tanto assustador. Um dia eles decidiram fazer um teste com o mestre. Um grupo deles escondeu-se silenciosamente em um canto escuro de uma das passagens do templo, e esperaram o momento em que o velho monge iria passar por ali. Num momento o velho homem apareceu, carregando um copo de chá quente. (mais…)

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