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yinyangaoikuwanExiste o diagrama do Yin Yang (Taiji) correto, e outros que não o são. O correto é o que “gira em sentido horário”, com a parte iluminada para cima, e a escura para baixo. Para se começar falar de Taoísmo e Onmyoudou, é necessário esclarecer o básico.

Não se trata de uma sensibilidade do que seja correto, de ponto de vista, de religiões, de crenças, de práticas supersticiosas, trata-se puramente da antiga astrologia chinesa e da ciência matemática dos antigos sábios chineses.

Muitas pessoas transformam o Yin Yang é símbolo ou logomarca através de uma crença, então eles “pensam” que tal e tal forma é correta, porque é assim que se sentem bem. Não é e não pode ser. Há toda uma teoria por trás que explica por que o diagrama é desenhado como a figura ao lado. E hoje eu vou revelá-la a vocês. Continuar Lendo »

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Um monge chamado Sekito perguntou a seu mestre, Seigen:

– Qual é o segredo do Budismo?

– Este segredo é impossível de se obter de se compreender.

– Pode você explicar-me com outras palavras?

– O vasto céu não é perturbado pelo voo das nuvens brancas.

 

Contos Zen – Aoi Kuwan

Unmon disse à assembleia:

“‘Para descobrir o caminho, ouça a voz; para iluminar a mente, veja a cor’ – o Bodhisattva Avalokietesvara traz uns trocados para comprar um bolinho de gergelim. Se ele o jogar fora, ficará com um bom bolo de manju”.

 

Contos Zen – Aoi Kuwan

O Mestre Fudaishi foi convidado pelo imperador Wu, de Liao, para fazer uma preleção sobre o famoso Sutra do Diamante. No palácio, estavam o Imperador, seus ministros e mandarins, todos solenemente aguardando a presença do Mestre no salão principal. Ao chegar, Fudaishi subiu ao púlpito, e observou por alguns momentos, atentamente, os presentes. Depois, ergueu o bastão, deu uma pancada com ele com toda a força no chão e retirou-se. Continuar Lendo »

Um monge indagou a Unmon:

“O que é a conversa que vai além dos Budas e dos Patriarcas?”

Unmon disse:

“Bolinho de gergelim”.

 

Contos Zen – Aoi Kuwan

Quando Tozan não passava bem, um monge perguntou:

“Você está doente, Mestre, mas haverá alguém que não fique doente?”

Tozan disse: Continuar Lendo »

Havia em uma aldeia uma velha chamada mulher chorosa, pois todos os dias, chovendo ou fazendo sol, ela sempre estava chorando. Ela vendia bolinhos na rua, e um monge sempre passava por ela quando ia ao grande templo para os ritos. Um dia, curioso, ele lhe perguntou:

“Sempre que passo, seja em belos dias ensolarados, seja em suaves dias chuvosos, vejo a senhora chorando. Por que isso acontece?” Continuar Lendo »