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Archive for the ‘I Ching’ Category

Acima está Chên, o filho mais velho; abaixo Tui, a filha mais moça. O homem toma a dianteira e a jovem o segue com alegria. Isso representa a entrada de uma jovem na casa de seu marido. Há, ao todo, quatro hexagramas que abordam a relação entre marido e mulher. Hsien, INFLUÊNCIA (31), fala da atração entre um jovem casal. O hexagrama Hêng, DURAÇÃO (32), trata do relacionamento permanente do casamento. O hexagrama Chien, DESENVOLVIMENTO (53), refere-se às demoradas formalidades que precedem um casamento adequado. E, por fim, Kuei Mei, A JOVEM QUE SE CASA, descreve uma jovem que segue um homem mais velho — e casa-se com ele. (mais…)

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Este Hexagrama se compõe de Sun (madeira, o penetrante; acima, isto e, no exterior, e Kên (a montanha, quietude) abaixo, isto é, no interior. Uma árvore na montanha se desenvolve devagar, segundo as leis de sua natureza, e assim mantém-se firmemente enraizada. Isso sugere a idéia de um desenvolvimento que avança gradualmente, passo a passo. Os atributos dos trigramas também indicam o mesmo: a tranqüilidade interior que protege contra atitudes precipitadas e a penetração exterior que possibilita o desenvolvimento e o progresso. (mais…)

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O símbolo desse hexagrama é a montanha, o filho mais moço do céu e da terra. O masculino está acima, pois essa é a tendência de sua natureza. O feminino está abaixo, na direção do seu movimento próprio. Assim, faz-se o repouso, pois o movimento chegou a seu término natural. Quando aplicado ao homem, o tema do hexagrama consiste na busca da serenidade do coração. É muito difícil acalmar o coração. Enquanto o Budismo aspira à quietude através de uma extinção de todo movimento no Nirvana, o Livro das Mutações sustenta que a quietude é somente um estado de polaridade que tem como constante complemento o movimento. Talvez as palavras do texto contenham indicações para a prática do yoga. (mais…)

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O hexagrama Chên representa o filho mais velho, aquele que se apodera do comando, enérgica e poderosamente. Uma linha yang surge abaixo de duas linhas yin e se eleva com vigor. Esse movimento é tão violento que provoca terror. Ele tem como símbolo o trovão que irrompe da terra, causando com seu impacto temor e tremor. (mais…)

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As linhas que compõem este hexagrama formam a imagem do caldeirão; abaixo estão as pernas sobre as quais está o bojo, em seguida as alças e acima as argolas usadas para carregá-lo. Esta imagem sugere também a idéia da alimentação. O caldeirão de bronze era o utensílio que continha os alimentos cozidos no templo dos ancestrais e nos banquetes. Cabia ao anfitrião servir os alimentos do TING nas tigelas dos convidados. (mais…)

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O termo que designa este hexagrama tinha originalmente o sentido do pêlo de um animal, que muda no decorrer do ano. Seu significado foi então ampliado de modo a abranger as mudanças na vida política, as grandes revoluções ligadas à troca de governo.

Os dois trigramas que compõem este hexagrama são os mesmos do hexagrama K’uei, OPOSIÇÃO (38), as duas filhas menores, Li e Tui. Lá, porém, a mais velha das duas se encontrava acima, o que, basicamente, causava apenas um antagonismo de tendências. Aqui, a mais moça está acima e as influências se opõem, as forças se combatem como fogo e água (lago), cada qual tentando destruir a outra. Por isso a idéia de revolução. (mais…)

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A madeira está abaixo, a água, acima. A madeira desce ao interior da terra para extrair a água. Esta imagem refere-se a um tipo de poço utilizado na China antiga, que usava o sistema de eixo e balde. A madeira não representa os baldes, que na antigüidade eram feitos de barro, mas os eixos com os quais se retirava a água do poço. A imagem faz também alusão ao mundo vegetal que, por meio de suas fibras, extrai a água da terra. O poço do qual se retira a água sugere, também, a idéia de uma inesgotável dádiva de alimento. (mais…)

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